Oceanos 2017, alguma novidade?

por LiteraturaBr

Na última  quinta-feira (2), em coletiva à imprensa, o núcleo Itaú Cultural anunciou a abertura das inscrições do Oceanos – Prêmio de Literatura em Língua Portuguesa para o ano de 2017.

O encontro, que reuniu representantes das principais editoras brasileiras, foi liderado pelo diretor do instituto, Eduardo Saron, ao lado dos curadores do Oceanos, Ana Sousa Dias, Manuel da Costa Pinto e Selma Caetano.

Este ano, a novidade gira em torno do anúncio feito pelos curadores, que falou sobre a a internacionalização do prêmio e da importância do Oceanos para na cena literária. O Oceanos é válido para todos os livros escritos originalmente em língua portuguesa e publicados em qualquer país. A mostra literária recebe inscrições de livros de poesia, prosa de ficção, dramaturgia e crônica.

As obras, este ano, continuam podendo ser inscritas na versão digital e concorrer a livros publicados nesta categoria. Cada obra srá analisada por três jurados diferentes, entre eles, especialistas em literatura brasileira, portuguesa e africana. As inscrições serão abertas oficialmente na sexta-feira (4), a partir da 0h, e serão feitas por meio do site: www.itaucultural.org.br/oceanos2017.

“O sistema de recebimento dos livros, assim como o de inscrição, foi desenvolvido pelo Núcleo de Inovação do Itaú Cultural. Com esse facilitador, que perdura nesta edição, todos os concorrentes inscritos no Oceanos foram e serão lidos e analisados por especialistas nas literaturas brasileira, portuguesa e africanas – cada obra passando por três leituras de jurados diferentes.”

Os curadores deste ano são SELMA CAETANO (Curadora coordenadora, MANUEL DA COSTA PINTO (curador da literatura brasileira) E ANA SOUSA DIAS (curador de literatura portuguesa e africana).
“Somos incentivadores da leitura e do livro em língua portuguesa. Em um país onde o índice de leitores é baixo, é importante contribuir para ter mais brasileiro lendo mais”, explica Eduardo Saron, diretor do Itaú Cultural em comunicado oficial. E completa: “Da mesma forma, é necessário incentivar a leitura e o livro transcendendo o oceano entre os países que têm o português como língua comum”.

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